terça-feira, 28 de agosto de 2012

¿

Quem é esse

em mim

que

do Outro

precisa

mais do que de mim?

Xamã


segunda-feira, 13 de agosto de 2012

daí então poderei respirar...


On bended knee is no way to be free
Lifting up an empty cup, I ask silently
All my destinations will accept the one that's me
So I can breathe...
Circles they grow and they swallow people whole
Half their lives they say goodnight to wives they'll never know
A mind full of questions, and a teacher in my soul
And so it goes...
Don't come closer or I'll have to go
Holding me like gravity are places that pull
If ever there was someone to keep me at home
It would be you...
Everyone I come across, in cages they bought
They think of me and my wandering, but I'm never what they thought
I've got my indignation, but I'm pure in all my thoughts
I'm alive...
Wind in my hair, I feel part of everywhere
Underneath my being is a road that disappeared
Late at night I hear the trees, they're singing with the dead
Overhead...
Leave it to me as I find a way to be
Consider me a satellite, forever orbiting
I knew all the rules, but the rules did not know me
Guaranteed.


segunda-feira, 23 de julho de 2012

AuLa

Algodão é vegetal
Vidro é mineral
Lembrando que a toalha vem de um ser vivo, assim como a almôndega que vocês comem no jantar

quinta-feira, 28 de junho de 2012

integrando razão e afeto

Lynyrd Skynyrd - Simple Man
"Be a simple kind of man
Be something you love and understand"

domingo, 10 de junho de 2012

Microconto

E então Alma adormeceu. Vivendo, assim, feliz para sempre.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

"Professora, de que cor é o vento?"


Descrição (Cecília Meireles)
 
Amanheceu pela terra
um vento de estranha sombra,
que a tudo declarou guerra.
Paredes ficaram tortas,
animais enlouqueceram
e as plantas caíram mortas.
O pálido mar tão branco
levantava e desfazia
um verde-lívido flanco.
E pelo céu, tresmalhadas,
iam nuvens sem destino,
em fantásticas brigadas.
Dos linhos claros da areia
fez o vento retorcidas,
rotas, miseráveis teias.
Que sopro de ondas estranhas!
Que sopro nos cemitérios!
pelos campos e montanhas!
Que sopro forte e profundo!
Que sopro de acabamento!
Que sopro de fim de mundo!
Da varanda do colégio,
do pátio do sanatório,
miravam tal sortilégio
olhos quietos de meninos,
com esperanças humanas
e com terrores divinos.
A tardinha serenada
foi dormindo, foi dormindo,
despedaçada e calada.
Só numa ruiva amendoeira
uma cigarra de bronze,
por brio de cantadeira
girava em esquecimento
à sanha enorme do vento,
forjando o seu movimento
num grave cântico lento...